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O sistema bancário português durante a crise da dívida soberana

Autores 
Luís Fonseca
Miguel Faria-e-Castro
Matteo Crosignani
Ano de Divulgação 
2015
Resumo 
Descrevemos a evolução dos balanços das instituições financeiras monetárias (IFM) em Portugal antes, durante, e após a crise da dívida soberana do final da década de 2000. Temos em conta várias fontes de heterogeneidade incluindo dimensão, setor e nacionalidade. Descobrimos que o setor das IFM portuguesas se expandiu rapidamente e aumentou a alavancagem antes e durante a crise até 2012, momento em que inicia um longo processo de desalavancagem. Muitos dos principais agregados, tais como o crédito e os depósitos, refletem este padrão. Observamos um aumento consistente das atividades bancárias não-tradicionais de ambos os lados do balanço das instituições domésticas. A crise atenuou a integração internacional do setor financeiro monetário português, com os bancos domésticos a ficarem menos expostos a contrapartes internacionais. Por fim, o Banco Central Europeu e o Governo português tornaram-se fontes relevantes de financiamento em resultado das intervenções monetárias e orçamentais sem precedentes no sistema financeiro nacional.
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