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Confiança e Atividade Económica: o Caso de Portugal

Autores 
Maria Teresa Punzi
Ano de Divulgação 
2013
Resumo 
A ideia de que a atividade económica agregada pode ser em parte condicionada pela confiança e por alterações nas expetativas não é nova em economia. Os primeiros debates datam de Pigou (1927) e Keynes (1936). Ao longo das últimas décadas, os ciclos de expansão e recessão nos países industrializados motivaram uma exploração adicional da importância das alterações das expetativas enquanto fonte de flutuações nos ciclos económicos. Este artigo estima um VAR estrutural para identificar os efeitos dos choques de confiança em Portugal. Os choques na confiança económica e no sentimento económico explicam uma fração não negligenciável da variação da atividade económica. Os resultados são robustos à utilização de medidas alternativas da atividade económica e de vários indicadores qualitativos.
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