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Tempus Fugit: Vida, morte e memória na igreja de São Julião - nova exposição temporária no Museu do Dinheiro

O Museu do Dinheiro apresenta, até 27 de janeiro de 2018, uma nova exposição temporária de arqueologia: “Tempus Fugit: Vida, morte e memória na igreja de São Julião”.

As escavações efetuadas durante as obras no edifício da Sede do Banco de Portugal geraram um importante acervo arqueológico que inclui mais de 130 mil peças com origens que vão desde a época romana imperial até aos dias de hoje, e que nos permitem ficar a conhecer melhor o percurso histórico da frente ribeirinha de Lisboa.

Nesta nova exposição poderá ficar a saber um pouco mais da história da antiga igreja de S. Julião, construída a partir dos “testemunhos” da população da primeira metade do século XIX, sepultada na necrópole existente no espaço onde hoje está instalado o Museu do Dinheiro. Quem são estes indivíduos? Como viveram? Como morreram? O que levaram na sua última viagem? 

Quisemos expor o contributo científico dos testemunhos da morte para o conhecimento sobre as condições de vida, e a exposição desenrola-se em três núcleos expositivos que apresentam evidências antropológicas e arqueológicas resultantes das inumações da necrópole, deposições materiais, documentação, fotografias e peças de distintos acervos. 

A exposição será ainda complementada por um conjunto de atividades destinadas a diversos públicos, todas de participação gratuita mas com obrigatoriedade de marcação prévia. Saiba mais sobre a exposição e as atividades no site do Museu do Dinheiro.

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