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Quais os impactos da COVID-19 nas empresas?

O Instituto Nacional de Estatística e o Banco de Portugal lançaram o Inquérito Rápido e Excecional às Empresas (COVID-IREE) tendo como objetivo identificar os efeitos da pandemia na atividade das empresas. Esta informação é necessária para que se possam reconhecer tendências e perspetivar linhas a seguir para minorar impactos económicos, nomeadamente sobre as próprias empresas.

Este inquérito começou por ter frequência semanal de modo a obter informação de carácter urgente sobre as consequências da atual pandemia (COVID-19) na atividade empresarial, tendo passado para uma frequência quinzenal após a cessação do estado de emergência mas em que se manteve um conjunto de limitações à atividade económica. Considerando a evolução das restrições à atividade económica decorrentes da pandemia COVID-19, o INE e o BdP decidiram suspender o questionário a partir do mês de agosto, podendo esta decisão ser revertida caso as condições de emergência sanitária ou económica assim o justifiquem.

Como evoluiu a atividade das empresas portuguesas na última quinzena?

Na primeira quinzena de julho, 99% de empresas estavam em funcionamento (+3 p.p. que na quinzena anterior e +16 p.p. que em abril). No setor do Alojamento e restauração esta percentagem foi inferior (93%, representando um aumento de 11 p.p. face à quinzena anterior).

Face à situação que seria expectável sem pandemia, 58% das empresas reportaram uma redução do volume de negócios na primeira quinzena de julho (66% na quinzena anterior e 80% em abril). No Alojamento e restauração e Transportes e armazenagem esta percentagem assume maior expressão (88% e 76%, respetivamente).

Consulte a nota informativa completa e o ficheiro excel com os dados.

COVID-19. Resultados do Inquérito Rápido e Excecional às Empresas: 2ª quinzena de junho de 2020

Como evoluiu a atividade das empresas portuguesas na 2ª quinzena de junho?

Os resultados do inquérito apontam para uma melhoria ligeira da situação das empresas na segunda quinzena de junho. A percentagem de empresas em funcionamento foi 96% (+1 p.p. que na quinzena anterior), salientando-se o setor do Alojamento e restauração, onde a percentagem aumentou 5 p.p., fixando-se nos 82%. Comparando os resultados ao longo do segundo trimestre, a melhoria é mais notória, com a percentagem de empresas em funcionamento a aumentar de 83% em abril para 96% em junho.

Face à situação que seria expectável sem pandemia, 66% das empresas reportaram um impacto negativo no volume de negócios (compara com 68% na quinzena anterior). O Alojamento e restauração e os Transportes e armazenagem foram os setores com mais empresas a reportarem reduções no volume de negócios (87% e 80%, respetivamente). Ao longo do segundo trimestre, a percentagem de empresas respondentes com redução no volume de negócios, face à situação expectável sem pandemia, decresceu de 80% em abril para 67% em junho. 

Consulte a nota informativa completa e o ficheiro excel com os dados.

COVID-19. Resultados do Inquérito Rápido e Excecional às Empresas: 1ª quinzena de junho de 2020

Como evoluiu a atividade das empresas portuguesas na 1ª quinzena de junho?

Os resultados do inquérito apontam para uma melhoria da situação das empresas na primeira quinzena de junho. A percentagem de empresas em funcionamento aumentou de 92% na 2ª quinzena de maio para 95% na 1ª quinzena de junho, salientando-se o setor do Alojamento e restauração, onde a percentagem aumentou de 59% para 77%.  

Face à situação que seria expectável sem pandemia, 68% das empresas reportaram um impacto negativo no volume de negócios (compara com 73% na quinzena anterior). O Alojamento e restauração e os Transportes e armazenagem foram os setores onde mais empresas reportaram reduções no volume de negócios (88% e 77%, respetivamente).  

24% das empresas referiram que o seu volume de negócios deverá demorar mais do que 6 meses a regressar ao nível normal e 4% consideram que o seu volume de negócios não deverá voltar a esse nível. O setor do Alojamento e restauração destaca-se pela maior percentagem de empresas em ambas as situações (38% e 11%, respetivamente). 

Consulte a nota informativa completa e o ficheiro excel com os dados

Consulte todos os resultados do inquérito:

1.ª quinzena de julho: nota informativa e ficheiro de dados

2.ª quinzena de junho: nota informativa e ficheiro de dados

1.ª quinzena de junho: nota informativa e ficheiro de dados

2.ª quinzena de maio: nota informativa e ficheiro de dados

1.ª quinzena de maio: nota informativa e ficheiro de dados

4.ª semana (27 de abril a 1 de maio): nota informativa e ficheiro de dados

3.ª semana (20 a 24 de abril): nota informativa e ficheiro de dados

2.ª semana (13 a 17 de abril): nota informativa e ficheiro de dados

1.ª semana (6 a 10 de abril): nota informativa e ficheiro de dados