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Fórum com a Indústria para a Cibersegurança e Resiliência Operacional

Fórum com a Indústria para a Cibersegurança e Resiliência Operacional

O Fórum com a Indústria para a Cibersegurança e Resiliência Operacional (FICRO) é uma estrutura consultiva do Banco de Portugal que reúne representantes do setor bancário, do prestador de serviços críticos de pagamento e da autoridade nacional de cibersegurança. 

Tem como missão contribuir para o reforço da resiliência operacional do sistema financeiro português, através da coordenação e da partilha das melhores práticas neste domínio.  

Em concreto, o Fórum visa:

  • Sensibilizar os membros dos órgãos de administração e de fiscalização das instituições participantes para a importância de atuar na prevenção de eventos operacionais e de cibersegurança, minimizando assim os potenciais impactos negativos e o nível de exposição a estes riscos;
  • Fomentar a compreensão sobre os requisitos legais de cibersegurança e notificação de incidentes de cibersegurança;
  • Aprofundar a cooperação entre o Banco de Portugal e as instituições supervisionadas, fomentando o diálogo e a partilha de informação entre os participantes sobre cibersegurança;
  • Debater as diferentes abordagens à prevenção de incidentes de cibersegurança, nomeadamente através da implementação de metodologias de testes de cibersegurança; 
  • Desenvolver e coordenar a implementação de iniciativas com vista à gestão destes riscos em Portugal, nomeadamente do TIBER-EU;
  • Identificar as principais dificuldades encontradas pelas instituições no desenvolvimento e na aplicação de novas medidas de cibersegurança.

 

Composição

O Fórum é composto por:

  • Um membro do Conselho de Administração do Banco de Portugal, que preside ao Fórum;
  • Membros da direção e equipas relevantes dos Departamentos de Supervisão Prudencial, de Sistemas de Pagamentos e de Sistemas e Tecnologias de Informação do Banco de Portugal;
  • Membros dos órgãos de administração com os pelouros de sistemas de informação, segurança, digitalização e/ou funções de controlo das instituições designadas como operadores de serviços essenciais do setor bancário ao abrigo da Lei n.º 46/2018; 
  • Um representante da Associação Portuguesa de Bancos (APB);
  • Um representante do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS);
  • Um representante do prestador de serviços críticos de pagamentos (SIBS FPS).

 

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